Tecnologias
Portugal Telecom (PT) na 3ª fase de venda de imóveis
PT prevê chegar a obter 50 milhões de euros com terceira fase de venda de imóves
A Portugal Telecom (PT) abriu hoje as propostas para a venda de mais seis edifícios, na terceira fase de um processo de alienação de património que vai permitir à operadora arrecadar cerca de 50 milhões de euros.
PT prevê chegar a obter 50 milhões de euros com terceira fase de venda de imóves
A Portugal Telecom (PT) abriu hoje as propostas para a venda de mais seis edifícios, na terceira fase de um processo de alienação de património que vai permitir à operadora arrecadar cerca de 50 milhões de euros.
O administrador da PT Rui Pedro Soares disse à agência Lusa que a operadora arrecadou 31 milhões de euros com as duas primeiras fases do programa de venda de imóveis, que se iniciaram em Junho e Outubro do ano passado.
"Na primeira e segunda fases todos os imóveis foram vendidos", afirmou Rui Pedro Soares, acrescentando que esta terceira fase inclui a venda de cerca de 15 imóveis.
Com a terceira fase, a maior operadora portuguesa de telecomunicações espera conseguir 16 milhões de euros.
Rui Pedro Soares, que tem o pelouro do imobiliário na administração da PT, sublinhou que a empresa está a vender os activos imobiliários que já não são utilizados e garantiu que não está a vender imóveis para os arrendar.
"Não estamos a vender activos imobiliários para os arrendar e continuarem a ser utilizados pela PT", referiu.
Salientando que a Portugal Telecom tem cerca de 1200 imóveis próprios, Rui Pedro Soares esclareceu que a evolução tecnológica da PT levou a que muitos desses imóveis estejam vazios ou devolutos, tendo em conta que já não são utilizados.
"É também uma forma de devolver às cidades edifícios que estão vazios e inutilizados", referiu o administrador.
A terceira fase da venda de imóveis inclui seis imóveis, cujo processo de venda é feito através de propostas de licitação em carta fechada.
A abertura das propostas realizou-se hoje, numa cerimónia pública, tendo a PT recebido um total de sete propostas para os imóveis situados na Avenida 5 de Outubro, Avenida Defensores de Chave, Rua do Conde Redondo e Rua Tenente Espanca, todos em Lisboa, e para o imóvel situado na Rua Alves da Veiga, no Porto.
Sem qualquer proposta de compra ficou o imóvel situado no Largo Montpellier, no Porto.
Fonte:Diário Económico Online/Lusa





