Jornais Portugueses
Leilão de Casas - Leilões Imóveis - Preços mais baixos do que os do mercado.
A compra de casas em leilão, a preços mais baixos do que os do mercado, é a preferência de cada vez mais portugueses. O décimo leilão da Euro Estates este ano, que decorreu ontem em Lisboa, foi dos mais concorridos, quer em número de participantes quer nos lances de licitação, razão pela qual a maioria das casas foi arrematada por valores muito superiores aos dos de entrada na praça.
Um dos exemplos é o apartamento T2 no concelho da Amadora, com o preço-base de 53 mil euros. No quem-dá-mais, bem conduzido pelo pregoeiro, Pedro Belo, esse imóvel, muito disputado, chegou aos 78 mil euros (valorização de 47 por cento). A arrematação foi feita pelo detentor da raqueta número 147, que ganhou também a licitação de uma vivenda no Estoril. Vivenda essa que foi à praça por 62 mil euros e que chegou aos 86 mil euros, mais 38,7 por cento. O titular da raqueta 147 adquiriu outras habitações, entre as quais um T2 na Lapa, em Lisboa. Por este imóvel, a 114 mil euros, não houve disputa.
Outros participantes no décimo leilão da Euro Estates, em 2008, adquiriram mais do que um imóvel. São pessoas que investem no sector imobiliário para obterem rendimentos mais elevados do que os dos depósitos bancários a prazo, certificados de aforro e produtos idênticos. Neste momento, esses investidores nem querem ouvir falar nos mercados bolsistas. Mas a maior parte dos inscritos nos leilões de casas tem por objectivo a compra de uma para uso próprio.
No leilão de ontem, a Euro Estates levou 53 lotes à praça e vendeu 47 pelo valor total de 3,523 milhões de euros. No leilão de anteontem, que decorreu no Porto, a empresa de que é director comercial Diogo Pitta Livério vendeu 30 imóveis dos 60 leiloados pelo total de dois milhões de euros.
As casas levadas a leilão são mais baratas porque, normalmente, são penhoradas pelos bancos por falta de pagamento dos empréstimos.
, a preços mais baixos do que os do mercado, é a preferência de cada vez mais portugueses. O décimo leilão da Euro Estates este ano, que decorreu ontem em Lisboa, foi dos mais concorridos, quer em número de participantes quer nos lances de licitação, razão pela qual a maioria das casas foi arrematada por valores muito superiores aos dos de entrada na praça.
Um dos exemplos é o apartamento T2 no concelho da Amadora, com o preço-base de 53 mil euros. No quem-dá-mais, bem conduzido pelo pregoeiro, Pedro Belo, esse imóvel, muito disputado, chegou aos 78 mil euros (valorização de 47 por cento). A arrematação foi feita pelo detentor da raqueta número 147, que ganhou também a licitação de uma vivenda no Estoril. Vivenda essa que foi à praça por 62 mil euros e que chegou aos 86 mil euros, mais 38,7 por cento. O titular da raqueta 147 adquiriu outras habitações, entre as quais um T2 na Lapa, em Lisboa. Por este imóvel, a 114 mil euros, não houve disputa.
Outros participantes no décimo leilão da Euro Estates, em 2008, adquiriram mais do que um imóvel. São pessoas que investem no sector imobiliário para obterem rendimentos mais elevados do que os dos depósitos bancários a prazo, certificados de aforro e produtos idênticos. Neste momento, esses investidores nem querem ouvir falar nos mercados bolsistas. Mas a maior parte dos inscritos nos leilões de casas tem por objectivo a compra de uma para uso próprio.
No leilão de ontem, a Euro Estates levou 53 lotes à praça e vendeu 47 pelo valor total de 3,523 milhões de euros. No leilão de anteontem, que decorreu no Porto, a empresa de que é director comercial Diogo Pitta Livério vendeu 30 imóveis dos 60 leiloados pelo total de dois milhões de euros.
As casas levadas a leilão são mais baratas porque, normalmente, são penhoradas pelos bancos por falta de pagamento dos empréstimos.fonte:correiodamanha.pt
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